Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Debate na Antena 1 Algarve
Para ouvir o debate na íntegra, seguir as notas abaixo e finalmente seguir o link "Clicar aqui":
PORTUGAL EM DIRECTO
Edição Faro: Debate Autárquicas 2009 com os candidatos à Câmara Municipal de Loulé 2009-09-28
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Bloco duplica votação em Loulé
Depois de ter obtido 6,55% dos votos nas Legislativas de 2005, e 12,79% nas Europeias deste ano, o Bloco de Esquerda praticamente duplicou a sua votação de há 4 anos, tendo obtido 12,96% nas legislativas de domingo passado. Isto significa que a votação do Bloco tem vindo sempre a subir. Surpreendentes são também as percentagens obtidas nas freguesias em que o Bloco concorre nas autárquicas do próximo dia 11 de Outubro: 17,31% em S. Clemente, 13,76% em Quarteira e 11,84% em S. Sebastião. Destaque ainda para Alte onde o Bloco consegue 14,12% (estes números referem-se a percentagens de votos expressos em partidos). Assim, o Bloco consolida a sua presença como a terceira força do concelho, o que nos abre perspectivas muito confiantes para as próximas autárquicas, designadamente para a concretização dos objectivos traçados: eleger candidatos em todos os órgãos aos quais concorremos.
Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Bloco com 16 deputados
Nas eleições legislativas de 2009, o Bloco de Esquerda elegeu 16 deputados, pelos círculos eleitorais de: Aveiro (1), Braga (1), Coimbra (1), Faro (1), Leiria (1), Lisboa (5), Porto (3), Santarém (1) e Setúbal (2).Bloco elege uma deputada pelo Algarve
O coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, agradeceu aos mais de 550 mil portugueses que votaram no Bloco de Esquerda, numa altura em que já era certa a duplicação da bancada parlamentar do partido. "Não há memória de nenhum partido que tenha subido tanto em termos percentuais. O Bloco de Esquerda mostrou ser uma esquerda de alternativa e de resposta que derrotou a maioria absoluta." Domingo, 27 de Setembro de 2009
O que defende o Bloco para o Algarve

Em tom crítico às políticas vigentes, sai em defesa do emprego e do ordenamento do território, que passa também pela regionalização, com o Algarve como região-piloto.
O programa "Qualificação-Emprego" lançado para apoiar as empresas algarvias deveria sofrer ajustes para se adequar ao tecido empresarial da região. Se for eleito:
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
O que dizer do "Centro Cultural de Quarteira"?
A Importância estratégica do C. C. Quarteira
O Centro Cultural de Quarteira não é apenas uma obra importante para Quarteira, ela reveste-se de uma importância estratégica para o desenvolvimento do próprio concelho de Loulé. Em primeiro lugar, trata-se do último grande espaço livre de betão mesmo no coração da cidade. Em segundo lugar, não se poderá reduzir a um espaço de oferta cultural ou de sala de espectáculos indiferenciada, antes deve ser encarado como uma oportunidade de viragem relativamente à ortodoxia que tem dominado o planeamento urbanístico no Algarve.
É consensual que o concelho de Loulé, e em particular, a cidade de Quarteira, tem sofrido “forte pressão urbanística desde os anos 60 do séc. XX”, com as consequências conhecidas de todos. O que o Bloco de Esquerda vem denunciar é que essa pressão não irá desaparecer, nem sequer mitigar, na medida em que o Centro Cultural de Quarteira (CCQ) irá surgir emparedado no âmbito de um projecto imobiliário constituído por 5 blocos de apartamentos, na linha daquilo que se tem praticado na cidade. Também por esta razão, por necessidade de clarificação da política urbanística e do direito à informação, é fundamental trazer para a discussão pública aquilo que se pretende, efectivamente, para aquele espaço. Estamos a falar de uma área superior a 12 mil metros quadrados – além dos aproximadamente
O que está em causa é, sobretudo, uma visão de cidade e de planeamento urbanístico, por um lado, e por outro, de opções políticas relativamente ao princípio da propriedade e do interesse público. Em consequência, o Bloco defende a aquisição da totalidade dos terrenos para afectação a equipamentos de utilidade pública, onde o projecto do CCQ desempenhe um papel de eixo agregador de múltiplas actividades de que não apenas Quarteira, mas todo o concelho de Loulé, carece – negociando-se, nos trâmites da lei, as justas compensações decorrentes de eventuais direitos adquiridos com os proprietários ou a entidade promotora.
Trata-se da concepção de um espaço multifuncional e flexível que compreenda não apenas a exposição (ou a produção esporádica), mas que potencie a riqueza artística e cultural existente na cidade e no concelho. Por essa razão, o Bloco considera fundamental que o CCQ funcione como uma alavanca diferenciadora relativamente à oferta já existente em concelhos limítrofes, numa lógica de atractividade das pessoas, assim como de actividade económica susceptível de romper com a sazonalidade.
Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
O Bloco de Quarteira fala sobre saúde e educação
Comício do Bloco em Faro

Francisco Louçã, num comício em Faro, apresentou as medidas que o Bloco propõe para uma transformação na justiça e destacou que no combate à criminalidade económica e à corrupção, "o levantamento do segredo bancário, que o Bloco de Esquerda sempre propôs, é o único princípio de uma verdade permanente contra a corrupção".Terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Comício do Bloco em Faro

No âmbito da campanha para as eleições legislativas o Bloco de Esquerda organiza amanhã (16 de Setembro) um comício com Francisco Louçã, Cecília Honório (cabeça de lista no Algarve) e João Brandão (cabeça de lista à Câmara de Faro). Às 21h30, no Conservatório Regional (Av. Dr. Júlio Filipe Almeida Carrapato, 93) Dá força a uma nova esquerda e não faltes!
Posição do BE sobre os lagos da cidade lacustre de Vilamoura
Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
Igual a si mesmo?
Figura simpática, simples, apresenta-se contra o despesismo e os profissionais da política, no entanto, a sua prática politica é exactamente contrária àquilo que apregoa.
Semeia o culto da personagem, do eu, "igual a si mesmo", o seu 1º cartaz é bastante sinónimo disso.
Depois evoca vontade de continuar como qualquer político profissional, ávido do poder e de perpetuar a sua imagem no futuro.
Se não tinha vontade porque se candidatou? Foi empurrado?
Para cúmulo, denotando uma total falta de respeito pelos cidadãos, especialmente aqueles que sofrem mais com os efeitos da crise económica, que eles criaram, apresenta na sua sede de campanha dois super-cartazes com mais de 100 m2, tapando por completo a fachada do prédio.
Para quem se diz defensor do rigor, transparência e da redução de custos na propaganda eleitoral, o exemplo é por demais evidente.
Ao entrarmos na Praça da República, ficamos na dúvida se estamos em Loulé, ou em qualquer praça da China, Correia ou Irão onde se colocam cartazes gigantescos para a adoração ao seu líder espiritual.

